Depoimento de Júlia Falcão Torres

Eu sabia que seria difícil falar sobre essa família e escola pois é algo que me emociona muito e eu choro do começo ao fim (e depois também)…
Eu sou a primeira mãe de aluno que foi aluna do Colégio Miró e tenho muito orgulho disso.
Preciso homenagear a quem me deu as mãos desde criança quando ajudavam minha mãe que trabalhava tanto e não tinha muito tempo para estar comigo e com minha irmã e foi nesse lugar que aprendemos valores como a empatia, solidariedade e amizade. Tenho certeza que minhas bases filosóficas foram moldadas ali naquele ambiente de tanto acolhimento e que ultrapassa a educação formal e vê além da fórmula falida de escola tradicional onde cada aluno é apenas mais um.
No Miró as pessoas se reconhecem, desde os funcionários até os pais e avós e as crianças são vistas na sua integralidade e individualidade de uma forma tão carinhosa e generosa que nos emociona diariamente.
Fui mãe aos 18 anos e tive todas as dificuldades emocionais que alguém em construção da sua própria identidade e sem condições financeiras passam e Jorge Tadeu Coelho e Clara Coelho me abraçaram mais uma vez ajudando meu filho que até então era um menino estigmatizado em outras duas escolas que havia passado por sua rebeldia e que com o apoio desta escola e de sua terapeuta Vanessa ajudaram-o a se reintegrar à turma e sentir-se amado e querido aumentando sua auto estima e confiança. Eles fizeram meu filho aflorar, mostrar seu lado mais meigo e querido. Meu Deus, isso é impagável! Não existe forma de agradecer! Houve muita dedicação e competência. Tantas vezes fui chorar na sala da coordenação por não saber o que fazer e pela minha sensação de incapacidade em conseguir modificar isso sozinha… Sei que muitos pais se sentem da mesma forma e precisam desse apoio!
Do mesmo jeito, ali encontramos crianças especiais, que chegam com “limitações” físicas (e por que não, emocionais?) e famílias especiais compostas das mais variadas formas, ensinando às crianças que CADA UM É ESPECIAL da sua forma! “Tenha orgulho da sua família!”
Hoje faço questão de levar para “minha” escola os casais grávidos, pois ali sinto o aconchego e a alegria necessários para termos um momento que além de informativo deve ser também integrativo. Por que não um lanche na ludicidade do parquinho da escola? No parquinho da Lulu? João Paulo Schaeppi
Muito obrigada Miró. Muito obrigada, Clara, Muito obrigada, Tadeu. Pelo amor. Pela dedicação, carinho, esmero. Essa escola não é um projeto financeiro e sim a realização de um “sonho que se sonha junto”. Quem sabe em outra vida eu consiga retribuir esse tanto de carinho que recebemos de vocês! Muito amor!

❤️

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